Introdução ao SEO #3: métodos de SEO "on-site"

(NOTA: este post é parte da série Introdução ao SEO)

Um aviso: os métodos que se seguem não são, provavelmente, aquilo de que estão à espera. :) São, no entanto, aqueles que provavelmente são mais importantes… mais fáceis de implementar… e também, infelizmente, mais frequentemente ignorados. Em grande parte, porque, aparentemente, nada têm a ver com SEO!

E, de certa forma, não têm… directamente. São métodos, no entanto, que todos os web designers já deviam usar (mesmo antes de se preocuparem com SEO), e muitas vezes não o fazem, por ignorância, preguiça, ou FrontPages. :)

Aqui vai a lista dos métodos:

  1. HTML válido - muito chocados? :) Lembremo-nos de que os “bots” dos motores de busca são, de certa forma, browsers - menos sofisticados do que um Firefox, sem dúvida, mas, tal como ele, interpretam HTML. Este deve ser correcto, ou pode confundir os referidos “bots”.
  2. Títulos - Muitas vezes são esquecidos, o que faz com que posts em blogs pessoais ultrapassem sites de grandes empresas em termos de SEO - o que é no mínimo ridículo. Convém também ter atenção à qualidade dos mesmos - isto parece óbvio, mas o título de uma página deve mencionar / estar relacionado com o assunto dela! Mais detalhes em A Importância dos Títulos.
  3. Páginas ligeiras e uso de CSS - os motores de busca podem não indexar todo o conteúdo de páginas demasiado grandes, e a separação de forma e conteúdo possibilitada pelo uso de CSS (em ficheiros separados) ajuda a reduzir o tamanho das mesmas.
  4. Tags de estrutura - <h1>, <h2>, <h3>, <h4>, etc.. Os motores de busca usam-nas para saber o que é importante em cada página ou secção de página, que “keywords” são importantes, e afins.
  5. Meta tags - description, keywords, etc.. Sim, hoje têm muito menos importância do que antigamente, mas ainda há motores de busca que as usam para algo. E, de qualquer forma, não se perde nada.
  6. Acessibilidade - a qual, muitas vezes, equivale a tornar o site o mais navegável possível num browser de texto. Exemplos: texto de alternativa nas imagens, links “normais” (uma das maiores aberrações nos dias que correm é fazer todos os links em Javascript, em vez de usar a tag <a>), o evitar de Flash, Java e afins, etc.. Afinal, os “bots” dos motores de busca são muito semelhantes a browsers de texto…
  7. Links internos - isto não é preocupante num blog, já que o software do mesmo se encarrega, normalmente, de o fazer decentemente. Mas, num outro tipo de site, ter páginas que só sejam acessíveis a partir de uma única não é boa ideia. O site deve ter uma estrutura lógica e coerente. Fazer um “site map” pode também ser uma boa ideia.

Tal como disse, tudo isto são boas práticas de web design, que qualquer designer competente terá em mente ao criar uma página ou site. Ou seja, ser um bom web designer é mais de meio caminho andado para uma página estar optimizada em termos de SEO.

E, finalmente, uma que tem, obviamente, a ver apenas com SEO: keywords. Ou seja, uma página deve mencionar, idealmente num dos primeiros parágrafos, e possivelmente mais do que uma vez em toda a página, o seu assunto. E deve incluir a palavra ou expressão que se imagina alguém a usar numa pesquisa, estando interessado no assunto da página.

A seguir: métodos “off-site”

2 Responses to “Introdução ao SEO #3: métodos de SEO "on-site"”


  1. 1 Renato

    muito lega a dica

  1. 1 Introdução ao SEO #4: métodos de SEO "off-site" - Arte de Blogar

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