Author Archive for Pedro Timóteo Page 2 of 11



Blogs Interessantes e Blogs Úteis

Depois de falar aqui sobre blogs pessoais e temáticos, é altura de abordar outro tema, talvez mais importante para quem tem ideias de ganhar dinheiro com blogs: a classificação dos mesmos em interessantes ou úteis.

Blogs Interessantes

Em primeiro lugar, quando digo “interessante”, não me refiro à qualidade do blog, nem ao facto de ele realmente me interessar; pode ser mal escrito, ou abordar um tema que não me interesse minimamente. A questão aqui é que o “apelo” do blog é o facto de este poder interessar a certo tipo de leitores.

Trata-se de blogs lidos, em geral, por gosto, como entertenimento. O leitor lê o blog em questão porque gosta da forma como o autor escreve, porque concorda com o que ele diz, porque quer saber novidades sobre algum tema, e afins.

Em geral, todos os blogs pessoais podem-se classificar como “interessantes”, mesmo que ocasionalmente possam ter posts “úteis” (ver abaixo). Blogs de notícias / comentários sobre algum tema são também “interessantes”. O mesmo para blogs de opinião (política, desporto, etc.).

Em geral, é mais difícil monetizar este tipo de blogs, já que os leitores não se sentem “agradecidos” ao autor, e não aceitam facilmente fazer coisas a pedido dos mesmos, nem aceitarão de bom grado publicidade em feeds, por exemplo. Será, também, bastante raro que posts nestes blogs tenham sucesso no social bookmarking, ou que recebam um grande número de links.

Exemplos: qualquer blog pessoal.

Blogs Úteis

Mais uma vez, “útil”, aqui, não quer dizer que o seja para mim ou para ti, mas apenas que é o que define o blog: as pessoas lêem-no porque querem tirar dali informação útil, dicas, conhecimento, etc..

Não quer dizer que não seja interessante (pode sê-lo em geral, se o autor tiver um estilo de escrita simpático, ou sê-lo em casos específicos, para quem se interesse genuinamente pelo tema). Mas o “foco” principal do blog é ser útil a quem o lê.

Repare-se que não é o tema do blog, em si, que determina se ele é “útil” ou “interessante”. Um blog de notícias sobre o mundo do blogging é “interessante”, mas um blog com dicas sobre blogging (como este!) é “útil”… e no entanto são ambos sobre blogging.

Em geral, é mais fácil monetizar estes blogs. Os leitores sentem-se “agradecidos” ao autor, fazem mais facilmente coisas a pedido dele, dão sugestões para ajudar, sentem-se parte de uma comunidade, e não têm tantos problemas com a publicidade (mesmo em feeds). É comum, no caso de blogs mais populares, que quase todos os posts apareçam espontaneamente em sites de social bookmarking, e, desses, uma boa parte terá sucesso, e trará milhares de novos leitores ao blog (isso não acontece com este, já agora, porque é em português, e o social bookmarking “a sério”, de trazer dezenas de milhares de visitantes por dia, é em inglês).

Claro que, aqui, há dois factores que contam muito: a qualidade e a originalidade. Se a informação não é realmente útil, prática, e bem apresentada, o blog não terá grande sucesso. Da mesma forma, se todos os posts forem “regurgitados” de blogs mais populares sobre o mesmo tema, isso não atrairá leitores; eles preferirão a “fonte” original.

Exemplos: este blog :) , o ProBlogger, o LifeHacker, o Pedro e o Blog (não, não sou eu), e muitos outros.

Mudanças de endereço e Redireccionamentos, parte 3

(convém ter lido a parte 1 e a parte 2 primeiro)

Na parte anterior, tínhamos deixado todos os endereços redireccionados para os novos equivalentes, excepto a página frontal, que avisa os visitantes da mudança, fazendo assim com que eles tenham um incentivo para passar a ir directamente ao novo endereço no futuro, actualizar bookmarks, links, etc., já que o redireccionamento total torna “fácil” demais continuar a utilizar o endereço antigo (e ser imediatamente redireccionado).

Até aqui, tudo bem. Mas… isto anula um bocado uma das vantagens do redireccionamento permanente (301), não é? O facto de os motores de busca deixarem de indexar o site antigo, e “saberem” que ele agora está noutro sítio. Neste caso, porém, há a excepção da página principal, que continua a ser indexada (e não é isso que queremos).

A solução é incluir uma excepção à excepção. :) Ou seja, redireccionar todos os endereços, excepto a página principal, excepto (na excepção da página principal) se o visitante for um motor de busca. Uff! :)

Como? Simples:

RewriteCond %{HTTP_USER_AGENT} !Googlebot
RewriteRule ^/$ / [L]
RewriteCond %{HTTP_USER_AGENT} !Googlebot
RewriteRule ^/index.html /index.html [L]
RewriteRule ^/(.*) http://www.sitenovo.com/$1 [R=301,L]

Incluo só o Googlebot, mas poderia incluir outros, como o msnbot, o Yahoo! Slurp, etc. (seria uma linha para cada um ((tecnicamente, poderia juntar as expressões regulares, e fazer isto com menos linhas, mas prefiro dar os exemplos assim, de forma a serem mais claros, mesmo para quem não seja técnico))). Repare-se no ponto de exclamação (!) antes de “Googlebot”: trata-se do sinal de negação; ou seja, queremos que o redireccionamento que se segue seja só para visitantes que não o Googlebot.

Já está? Nope. Falta mais uma coisa. :) O bot do Technorati ((isto é verdade actualmente; é possível que eles resolvam este problema no futuro.)). Este bot tem um problema: segue os redireccionamentos, mas não “entende” o significado do 301 (isto é, que o site mudou de sítio permanentemente). Qual é o problema disto? Simples: ele não deixa de visitar e indexar o site antigo, e passa a “ver” dois blogs iguais (o novo, e o antigo que, graças ao redireccionamento, lhe parecerá ter exactamente o mesmo conteúdo). Isto, obviamente, não é desejável.

A solução, então, é não permitir mais o acesso do bot do Technorati ao site antigo. Como? É só acrescentar, antes dos outros redireccionamentos (mas depois do RewriteEngine on), o seguinte:

RewriteCond %{HTTP_USER_AGENT} Technoratibot
RewriteRule .* - [F,L]

Aquele “F” na RewriteRule vem de “Forbidden” (proibido). Desta forma, o Technoratibot “bate com a cara na porta” algumas vezes, e acaba por desistir; ele verá o blog antigo como “morto”, e, assim, só verá o blog novo (que para ele começará do zero, mas aí não há volta a dar). Se um dia o Technorati perceber o que é um 301, isto deixará de ser necessário. :)


Mudanças de endereço e Redireccionamentos, parte 2

(já leste a parte 1?)

Continuando: a ideia aqui não é só redireccionar a página principal, mas todas as páginas… para as suas novas localizações. Ou seja, não é apenas www.siteantigo.com para www.sitenovo.com, mas também o www.siteantigo.com/2007/05/29/nomedopost/ para www.sitenovo.com/2007/05/29/nomedopost/.

Em Apache, é só acrescentar algo como isto ao virtual host antigo:

RewriteEngine on
RewriteRule ^/(.*) http://www.sitenovo.com/$1 [R=301,L]

Simples, não é? Isto tem várias vantagens: todos os links antigos continuam a funcionar, os redireccionamentos são instantâneos, e os motores de busca entendem o redireccionamento (com o código 301) como um redireccionamento permanente, transferindo a “reputação” em termos de SEO para os novos endereços, e deixando de indexar os antigos (de tal forma que, poucas semanas depois, os resultados que aparecerão no Google e afins serão os novos endereços, e não os antigos).

Parece perfeito… certo? Quase. :) Há umas pequenas alterações que podem tornar a coisa ainda melhor.

Por exemplo, um redireccionamento total, como este, é, de certa forma, conveniente demais. Sim, quer-se que os visitantes vão parar ao novo endereço… mas também se quer que eles o passem a usar, actualizem bookmarks, links, etc..

Uma forma de fazer isto é redireccionar todos os endereços excepto o da página principal, que passa a apontar para uma página estática a avisar da mudança.

Por exemplo ((não incluo o “RewriteEngine on” a partir de agora, mas essa linha é necessária antes dos redireccionamentos propriamente ditos)), substituindo o “RewriteRule” anterior pelo seguinte:

RewriteRule ^/$ / [L]
RewriteRule ^/index.html /index.html [L]
RewriteRule ^/(.*) http://www.sitenovo.com/$1 [R=301,L]

O que é que isto faz? Todos os endereços são redireccionados, excepto a página principal, que não é… e deverá haver um ficheiro index.html a avisar da mudança (e com um link para o novo endereço).

Acabou? Não. :) Ainda há melhorias possíveis. Continua na parte 3

Mudanças de endereço e Redireccionamentos, parte 1

Interrompo por uns momentos a sucessão de posts mais “teóricos”, para divagar um pouco sobre uma questão mais técnica: mudanças de endereço, e redireccionamentos.

Tal como fiz ontem (ao mudar o endereço deste blog de blogar.dehumanizer.com para www.artedeblogar.net… já agora, já actualizaram os links? :) ), é comum, ocasionalmente, mudar-se um blog ou site para um novo endereço. Mas o que fazer com o antigo, de forma a não se perder visitantes, “peso” nos motores de busca, e afins?

A resposta é, obviamente, tentar redireccionar o máximo do site antigo para o novo. Mas há vários “níveis” de redireccionamento.

Por exemplo, a coisa mais básica — mas que pode ser necessária, caso não se controle tudo no site anterior (ex. um blog no Blogger ou WordPress.com) é pôr um aviso na primeira página a dizer que o site mudou de endereço, e a indicar o novo.

Isso funciona para a página principal. Mas, e os posts individuais? Se o blog antigo continuar “em cima”, estes não terão nenhuma indicação da mudança (estar a editar um por um não é, provavelmente, viável). Se não continuar, darão um erro 404 (endereço inexistente).

Caso se controle o servidor em questão (ou se possa pedir um favor a quem o controle), é possível fazer melhor: redireccionamentos “a sério”. No servidor Apache, por exemplo, isso faz-se facilmente com o mod_rewrite.

Continua na parte 2

Blogs Pessoais e Blogs Temáticos

Mencionei, no post anterior, o facto de muitos portugueses terem uma noção limitada de “blog”: para eles, um blog é pessoal, e pronto. A ideia de blogs temáticos passa-lhes completamente ao lado; ou então, quando deparados com essa ideia, acham-na “comercial”, “sell-out”, etc..

De qualquer forma, talvez seja bom definir melhor os termos.

Por exemplo, para muita gente, um blog pessoal é como um diário, em que a pessoa conta o que vai fazendo, faz desabafos, e dá opiniões sobre coisas das quais não percebe nada. :) Isto, porém, também é uma ideia limitada do que é um blog pessoal. Ou então podemos chamar a isso um blog pessoal puro… mas já vamos ver que há, na verdade, poucos desses.

A maior parte dos blogs são o que se pode chamar “semi-pessoais”, mas talvez seja bom ver estes como os verdadeiros blogs pessoais. Ou seja, o autor não escreve necessariamente sobre coisas íntimas ou pessoais (ex. o que tem feito), mas simplesmente escreve sobre o que lhe apetece. Isso tende, naturalmente, a coincidir com os seus interesses (por exemplo, um geek escreverá sobre temas “geeky”), mas, mesmo assim, o blogger em questão não está limitado a tema nenhum. Escreve sobre o que quer, dá opiniões sobre o que quer, pode ocasionalmente contar alguma experiência sua, ou dissertar sobre determinado tema (ex. o livro que acabou de ler, o filme que viu ontem, o problema social de que os jornais falam na altura, as suas peripécias ao instalar um Linux, etc.), mas o post seguinte pode não ter nada a ver.

Ora, como disse, acho que são estes blogs que se podem chamar “pessoais”; acho que limitá-los aos “querido diário” é limitativo e não faz realmente sentido (além de que, aí, todos os blogs pessoais seriam de adolescentes :) ).

Uma coisa que é comum a todos ou quase todos os blogs deste género é que são o único blog do autor. Afinal, se ele escreve sobre o que lhe apetece, não há necessidade de ter mais blogs, pois não?

Por esta definição, por exemplo, todos ou quase todos os blogs no Planeta Asterisco são “pessoais”. A maioria fala bastante sobre tecnologia, é certo, mas apenas porque isso faz parte dos interesses dos autores; não houve uma decisão tipo “vou criar um blog sobre tecnologia.”

A alternativa a blogs pessoais é, obviamente, os blogs temáticos. Aqui, há uma decisão consciente: escrever sobre determinado tema (o que não impede que haja excepções, ocasionalmente). Neste caso, o blog assemelha-se a uma “revista”, e não a um “diário”. Assim como há revistas sobre informática / carros / fotografia / finanças, há blogs sobre informática / carros / fotografia / finanças.

Estes blogs tendem a 1) pertencer a quem tem mais do que um blog, e 2) ter mais do que um autor por blog (tal como uma revista tem artigos de diversos autores, ou um jornal vários repórteres). Contraste-se isso com os pessoais, em que 99% dos casos há a correspondência “1 blog - 1 autor”.

Como disse no início, ainda há quem considere que “blogs” são sempre dos primeiros (pessoais). Felizmente, as percepções vão mudando com o tempo, e os blogs temáticos começam a não ser vistos como “aberrações”.

A seguir: blogs “interessantes”, ou “úteis”?

O Regresso, parte 3: Um Pequeno Desabafo

Nota: as outras partes de “O Regresso” estão em:

Um pequeno desabafo

Aviso: esta parte é um bocado pessoal.

Eu tenho um grande defeito (bem, tenho vários, mas isso não vem ao caso): sou bastante influenciável. Quando me criticam ou “deitam abaixo” de alguma forma, eu, na altura, começo por pensar se a pessoa tem razão ou não, e, se achar que não tem, sei, racionalmente, que não me devo deixar afectar por isso. Mas depois acabo por deixar, inconscientemente.

Um dos exemplos disso foi este blog. Ao ler agregadores de blogs de informáticos portugueses, como o Planeta Asterisco (que em breve vai mudar de nome), tenho notado que há uma grande suspeita — e preconceito — da parte dos meus “peers” portugueses em relação a coisas como blogging profissional, blogs temáticos, promoção de blogs, optimização de blogs, monetização de blogs, SEO, e afins. Isso não é um caso isolado: volta e meia vejo um post (e não são sempre dos mesmos) a atacar/criticar quem alguma vez se interesse por essas coisas.

A ideia que me dá é que, em Portugal, se acha que blogar profissionalmente, optimizar um blog para ter sucesso, promovê-lo, ganhar dinheiro com ele, etc. é algo “baixo”, “sujo”, o equivalente a coisas (essas sim, realmente desprezíveis) como spam, phishing, e afins. Ah, e todos os blogs têm de ser pessoais; nada de blogs temáticos. Vêem todos os blogs como “diários”, quando eles também podem ser “revistas” sobre um tema específico — e, claro, se são “diários”, nem pensar em corromper-lhes a “pureza” e promovê-los ou monetizá-los de alguma forma…

Ora, tudo isso é absurdo, obviamente, e quem ache isso não passa de um idiota (desculpem, mas é), colectivista (odeia o sucesso, acha que há “pureza” e superioridade moral na descrição “sem fins lucrativos”), limitado (tem uma visão muito restrita do que é um “blog”, e acha que todos se devem limitar a essa visão)… e podia continuar. Isso, para mim, é óbvio, e foi-o logo quando li os tais posts, comentários, e “bocas” — que nem eram, sequer, na maioria dos casos, dirigidos a mim.

Mesmo assim, deixei-me afectar. Foi mais ou menos inconsciente, mas aconteceu. E, com isso, “abandonei” um blog que muita gente achava interessante e útil. Por causa de idiotas.

Isso acabou. I promise. ;)

O Regresso, parte 2: O Futuro

Nota: as outras partes de “O Regresso” estão em:

O futuro

  • Primeiro, o óbvio (e mais importante): o blog vai voltar a ter actualizações regulares. :)
  • Vou adoptar uma técnica usada pelo Darren Rowse e muitos outros: “speedlinking”. Por outras palavras, a maior parte dos posts neste blog continuará a ser conteúdo original, mas como há muita coisa boa a ser escrita sobre o assunto (normalmente em inglês), é um crime não as mencionar, o que será feito em posts com listas de links, e uma descrição breve (uma linha, em geral) do conteúdo de cada.
  • Apesar do nome, o Arte de Blogar não se vai limitar a blogging per se, mas vai também abordar outros temas relacionados: optimização para motores de busca (SEO), AdSense, promoção de sites, etc.. Tudo isso pode-se aplicar a blogs, mas também é válido para outros tipos de sites.
  • As séries já existentes (”arte de blogar“, “introdução ao SEO“) vão ser concluídas, além de que há muito para rever/corrigir nas mesmas (a primeira, em particular, já está um bocado desactualizada).
  • Para já não, mas é possível que, no futuro, eu aceite “guest bloggers” aqui. A ideia é que possam escrever um artigo (sobre os temas do blog) para aqui, e em troca o artigo inclui um link para o blog do autor. Isto é muito comum em blogs temáticos, lá fora.
  • Por último, vai ser criado em breve (possivelmente amanhã ou depois) um fórum, para os leitores do Arte de Blogar poderem expandir e discutir os vários temas abordados aqui (blogging, SEO, promoção, etc.). Estejam atentos aos próximos posts. :)

O Regresso, parte 1: Novidades

Se és um dos actualmente cerca de 250 que assinam o feed deste blog, estarás neste momento a ver algo que já não vias há uns 4 meses: um post! :)

Nota: as outras partes de “O Regresso” estão em:

Novidades

  • O blog mudou de nome: perdeu o “A” no início. Agora chama-se apenas “Arte de Blogar”. Para já, “cortei” um bocado do logotipo, (a parte da esquerda :) ), mas talvez depois crie um melhor.
  • O endreço também mudou. Em vez de blogar.dehumanizer.com, agora é www.artedeblogar.net. O link principal avisa da mudança, e os links para posts individuais são automaticamente redireccionados para o sítio certo. PEDIDO: se o teu blog inclui um link para este, por favor actualiza-o. Obrigado.
  • Há agora uma comunidade Arte de Blogar no MyBlogLog. Junta-te!
  • Houve também algumas mudanças menos visíveis, e de carácter mais técnico: WordPress 2.2, alguns novos plugins (ex. ao fazer um comentário, pode-se ser avisado de de respostas por mail), e outras pequenas coisas.

(Curiosidade: este é o 100º post do blog. Coincidência interessante…)

Fix para o FeedBurner com o WordPress 2.0.6

O WordPress 2.0.6, lançado há uns dias, tem um bug que faz com que o FeedBurner, ocasionalmente, não consiga ler o feed correctamente.

O Mark Jaquith, um dos developers do WP, criou um “fix“. É um simples patch, se bem que ele também fornece, para quem não goste de linhas de comando :) , um ficheiro functions.php corrigido.

Como mover blogs em WordPress, parte 1

Recentemente, movi vários dos meus blogs e sites, uns para outro servidor, outros para outro domínio, e, no caso de outros, ambos em simultâneo.

Isto não é, felizmente, uma coisa que se faz com frequência, mas pode ser necessário, ocasionalmente.

O que se segue refere-se especificamente a blogs em WordPress, num servidor próprio, a correr Apache.

Ah, convém sempre fazer backups de tudo antes de começar. :)

1- mudança de servidor, mantendo o endereço

O processo é relativamente simples: copia-se todos os ficheiros da directoria do blog para o sítio correspondente no novo servidor. Faz-se dump da base de dados (mysqldump -u user -p basededados > basededados.sql , substituindo os parâmetros óbvios), importa-se a mesma para o MySQL do novo servidor, e faz-se a mudança no DNS. Quando esta se propagar, os pedidos deverão passar a ir para o novo servidor em vez do antigo, de forma totalmente transparente.

2- mudança de endereço, mantendo o servidor

Ir ao painel de administração do blog, e, nos campos de endereço, mudar o mesmo para o novo. Imediatamente, perde-se o acesso ao blog até ele estar no sítio certo, o que se faz de seguida no Apache (com um novo virtual host, por exemplo, ou movendo tudo para uma nova directoria). Quando estiver no sítio, é só ir ao novo endereço, e o blog deverá lá estar.

Ver a parte 2, relativa a redireccionamentos.

3- mudança de endereço e de servidor

No fundo, não é mais do que uma mistura dos anteriores. Ir ao painel de administração, mudar o endereço, copiar os ficheiros para o novo sítio no novo servidor, fazer dump da base de dados, importá-la no MySQL do novo servidor, e pronto.

Mais uma vez, ver a parte 2: redireccionamentos. Essa parte será escrita amanhã. :)





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